Os animais leiteiros possuem fisiologia, estrutura corporal e consumo diferentes dos animais de corte. Por isso, a suplementação também difere na pecuária de corte, o produtor tem a opção de suplementar na época das águas ou não, mas no leite, a suplementação deve ser feita durante todo o ano.
Inevitavelmente, quando se fala em suplementação, o principal planejamento deve ser na oferta de alimentos que já fazem parte da base da alimentação de um bovino, como volumoso, seja na forma de forragem ou estoque de silagem, feno e outros, para depois entrar com a suplementação.
O pecuarista precisa entender que todos os segmentos possuem momentos de baixa e alta de mercado, mas uma estratégia bem feita evita impactos inesperados. Assim, planejar toda a cadeia produtiva é importante para otimizar os recursos, esse é um dos principais desafios do pecuarista de leite.
O segundo desafio está relacionado ao aumento de produção de leite das vacas. Esse processo envolve ciclos, como emprenhar, parir, iniciar o ciclo de lactação e passar por um período de descanso. Dessa forma, as novilhas que ficam ociosas dentro da fazenda trazem prejuízo, são nesses casos que a nutrição entra para dar todo o suporte e preparar essa fêmea, que deverá entrar no ciclo reprodutivo quanto antes e consequentemente produzir leite, tornando a fazenda mais rentável.
É correto afirmar que há melhor aproveitamento de pastagem em animais suplementados?
Essa correlação de aproveitamento e nível de suplementação é mais evidente no período da seca, ou seja, quanto mais suplemento maior o aproveitamento da forragem pelos animais. Isso porque, no período das águas, as pastagens possuem menor teor de fibra, são mais digestíveis e a quantidade de proteína geralmente consegue suprir as exigências nutricionais de manutenção dos animais, o fator limitante geralmente é a energia.
Onde a Ipê Agro está situada dentro das linhas de produto? Qual o diferencial dos produtos?
A Ipê Agro tem um portfólio completo, com suplementos minerais, produtos para bezerros, matrizes, animais em recria, produtos para fase de terminação, ração total e núcleos para formulação de cada suplemento.
A suplementação funciona como uma escada de adoção de tecnologias, que varia de acordo com o objetivo final do pecuarista. Para isso, é importante fazer um balanceamento de proteína e energia, para um correto funcionamento do metabolismo digestivo do animal e posteriormente avaliar a necessidade do animal de macro e microminerais.
Logo em seguida, vem a inclusão dos aditivos, vitaminas, prebióticos e probióticos. “O mais importante é começar do básico e evoluir dentro do objetivo final, mas lembrando que, conforme o pecuarista sobe essa escada de adoção de tecnologias de nutrição, a necessidade de investimento em instalações e mão de obra também sobem”, ressalta Rodrigo Junqueira, zootecnista e responsável técnico da Ipê Agro.
Um dos diferenciais da Ipê Agro é acompanhar todo o processo de adoção, desde a escolha do suplemento, até a estratégia pensada diretamente na adaptação dos animais e consequentemente com o resultado que todo esse processo irá gerar.
Outro diferencial da empresa é que todos os produtos são testados e aprovados dentro da fazenda Ipê, somente depois que são levados ao mercado, oferecendo mais segurança e confiança para o produtor. São de fato produzidos de pecuarista para pecuaristas.
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